Nas paragens belas
Corpo estirado, meu deleite, meu sono
Onde fecunda um minuto calvo
Circunstancial e profundo
Duas moças de alma fresca
Passeiam, alçam suas pernas pálidas
Bater de asas finas
Cálidas e brincam com o vento
Meus olhos estão no céu e não estão
De espírito morno, fogoso
Externam seus passos, ó belas almas
Ao meu sonho
Acordarei no outono
Plantas silvestres ao meu redor
E um odor
De que outrora
O que era somente belo
Tornou-se maduro.
por Eduardo Cabeda (pai do Arthur)
quinta-feira, 10 de abril de 2008
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